6.3.07

Ainda a vida não retoma o seu negligente passo.
Hoje, como ontem, o sono não vem.
Ainda te sinto, cingido neste abraço
e não sei retirar-te, não sei, meu bem.

Ainda por dentro palavras em excesso
e beijos por mostrar em fotografias.
Ainda o teu nome mas agora em retrocesso,
um filme que se apaga ou chávenas vazias.

Ainda estás aqui e quem dera que partisses
ou então permanente, para sempre e afinal.
Ainda esta vontade que tu nunca existisses,
não sentir, como prazer, este meu mal.

3 Comments:

Blogger Sofia Loureiro dos Santos said...

Gostei.

12:19 da tarde  
Blogger dass said...

Vou só dizer que adorei!

7:43 da tarde  
Blogger Once In a While said...

"desancar" ? Sr. JV .. qual quê!
Admirada eu ..
Parabéns

12:11 da tarde  

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